*Série Money REBEL e Longarina

Durante a investigação sobre a minha relação com o dinheiro fui em busca tanto dos pontos lógicos quanto do emocional, sobre a energia monetária. Entre tanta coisa saltou em minhas buscas do Google “Sathya Sai Baba”, estranhei, faziam pelo menos uns cinco anos que não lembrava desta figura que conheci aos 15 anos de idade. Pra quem não conhece, Sai Baba foi um guru indiano que tinha como lema: “Amar a todos, servir a todos. Ajudar sempre, ferir jamais”, se destacou desde criança pelos fenômenos que realizava.

Sai Baba materializava objetos e vibuth (uma cinza perfumada como se fosse de incenso), isso mesmo … de suas mãos saiam também colares, e quando criança materializava frutas nas lancheiras das crianças de sua escola que não tinham como comprar. Difícil acreditar né? Bom … eu só acreditei quando presenciei pessoalmente a manifestação do vibuth, eram cinzas e mais cinzas caindo de uma jarra pequena de prata virada pra baixo, fisicamente não fazia sentido caber tanto pó ali … logo, só crendo no sobrenatural para explicar.  

Se Sai Baba (sem saber) me transmitiu alguma mensagem, essa foi da nossa capacidade de transitar entre esses dois universos e a de me sentir geradora materialmente falando. O material e o espiritual, são mundos que não se conversam para muitas pessoas. Sai Baba, assim como Osho foi colocado muitas vezes em cheque por ser tão espiritualizado e ao mesmo tempo deixar claro as materializações. É natural acharmos que temos que optar por um dos lados para viver, como dinheiro x espiritualidade, sagrado x profano, inteligência x beleza e por aí vai, o que venho entendendo é que se podemos buscar e alcançar a completude, podemos então ser o que quisermos e pra isso não é necessário excluir nada, apenas somar, não precisando ser uma ou outra mas sim duas, três, quatro! Entendendo que o material é tão importante quanto o espiritual (e que não me queimem – de novo – numa fogueira, por achar isso! Rs)

 

OM SAI RAM!